O mercado brasileiro de carros elétricos ganhou mais uma opção: o BYD Dolphin Plus, uma versão mais potente e equipada do compacto que já era vendido por aqui. O modelo chega para disputar com o Ora GT, da GWM, e custa R$ 179,8 mil.
O que diferencia o Dolphin Plus do Dolphin normal é o conjunto mecânico. O motor elétrico passou de 102 cv para 204 cv, e o torque subiu de 180 Nm para 310 Nm. A bateria também cresceu, de 50,1 kWh para 60,48 kWh, garantindo uma autonomia de 427 km no ciclo WLTP.
Além disso, o Dolphin Plus recebeu alguns retoques visuais, como um novo pára-choque dianteiro com grade fechada e faróis de neblina integrados. O teto panorâmico também é exclusivo dessa versão. A suspensão traseira é do tipo multilink, e o carro conta com um pacote completo de assistentes de condução, como piloto automático adaptativo, alerta de ponto cego, assistente de faixa, leitor de placas, alerta de tráfego cruzado e sensor de pressão dos pneus.
Por dentro, o destaque é a tela sensível ao toque de 12,8 polegadas no painel central, que permite espelhar o smartphone e controlar diversas funções do carro. As câmeras 360° facilitam as manobras de estacionamento. Os bancos dianteiros têm ajuste elétrico e revestimento em couro.
A BYD também oferece o Dolphin na versão Diamond, que tem o mesmo motor e bateria do Dolphin normal, mas com mais itens de série. Ambas as versões são construídas sobre a plataforma e-Platform 3.0, específica para carros elétricos.
O Dolphin se destaca pelo bom aproveitamento do espaço interno, com um entre-eixos de 2,7 m - equivalente ao de alguns SUVs médios. O comprimento é de 4,12 m e o porta-malas tem capacidade para 250 litros - um pouco mais que os 228 litros do Ora GT.
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